Você pediu quatro coisas na nossa conversa. Elas estão aqui, na mesma ordem em que você pediu.
26 de agosto de 2026
Está tudo aqui, e nessa ordem.
Três coisas que a maioria dos projetos precisa comprar, vocês já têm.
R$ 55 mil nos 4 meses
Teto é limite, não meta de gasto. Nenhum ciclo sobe verba sem o anterior provar.
Você separou R$ 1.500 por mês pro impulsionamento e subiu pra R$ 2.500. Em quatro meses são cerca de R$ 10 mil que já sairiam de qualquer jeito.
A verba de distribuição não soma por cima do que você já gasta. Ela absorve o que já sai e passa a ter direção.
R$ 45 mil de dinheiro efetivamente novo
O menor número que você citou foi 30. O maior foi 100.
Antes de qualquer lançamento, colocar no ar produtos de entrada rápidos de produzir: uma calculadora, um controle financeiro e uma projeção de investimento.
Não é lançamento. É começar a girar a catraca enquanto a estrutura é montada.
Evento pago e online, com venda de ingresso. Quem paga ingresso comparece e compra muito mais do que quem entra de graça.
A venda do ingresso pode fechar no vermelho em torno de R$ 5 mil, e isso é proposital. O ingresso não é o produto, é a qualificação.
O treinamento é ofertado na sequência, pra quem já provou interesse pagando.
No terceiro ciclo já existem duas rodadas medidas: quanto custa trazer um interessado, quantos viram alunos e quantos migram pra consultoria.
É aqui que a decisão de escalar ou de parar acontece com número, não com opinião.
E isso chega com dois meses de folga dentro dos seis que você disse aguentar.
Produtos no ar, primeira lista formada e as primeiras vendas de entrada acontecendo.
Se a sua própria base não compra o produto barato, não se sobe verba pra lançamento.
Custo por interessado e custo por aluno dentro do limite que vamos definir com o dado do ciclo 2.
Hoje esse número não existe, e quem chutar está inventando.
Duas rodadas medidas e pelo menos um aluno migrado pra conversa de consultoria.
Aí a escala deixa de ser aposta.
Sem trava, teto vira orçamento gasto.
8 alunos no treinamento ao longo dos três ciclos.
Resultado: menos R$ 17 mil
Você para em dezembro com o teto respeitado.
20 alunos no treinamento.
Resultado: mais R$ 33 mil
O projeto se paga e sobra caixa pra janeiro.
40 alunos no treinamento.
Resultado: mais R$ 121 mil
Aí a discussão passa a ser de escala.
No pior caso você termina com lista, produtos no ar, treinamento gravado e dois lançamentos medidos. O ativo continua sendo de vocês.
Vinte e sete alunos no treinamento ao longo dos quatro meses cobrem o teto inteiro, já contando a estrutura e a operação. São sete por mês.
E isso considera só o treinamento. Os produtos de entrada abatem custo desde o primeiro mês, então na prática a pressão sobre o lançamento é menor.
Sete alunos por mês é o número que decide se o projeto se paga sozinho.
Você mesmo colocou assim: a Goal Educação existe pra alimentar a consultoria, que é onde você ganha equity. Com o piso de patrimônio que vocês trabalham, um único aluno que migra já muda a conta inteira.
Pra fechar essa parte da viabilidade eu preciso de um número que só você tem: qual a sua taxa sobre o patrimônio sob gestão.
Com esse número eu te digo exatamente quantos alunos migrados pagam os quatro meses inteiros.
Um trabalho desse porte é contratado na faixa de R$ 15 mil por mês.
Na parceria ele entra por R$ 5 mil por mês, porque aqui a intenção é longo prazo e não projeto avulso.
70% fica com a Goal Educação e 30% com a Shoot, sobre as vendas que a estrutura gerar.
Se não vender, o custo de vocês é só o fixo baixo.
A estrutura é montada pela Shoot e a propriedade é de vocês. Página, lista, funil, automação e conteúdo ficam no CNPJ da Goal Educação.
Vocês não ficam dependentes de agência. Vocês ficam donos de uma máquina.
Uma coisa ficou de fora de propósito: o evento presencial em Recife. Ele entra como visão pra janeiro, depois que os dois lançamentos derem o dado pra dimensionar direito.
Terça em Recife, pra fechar o cronograma e começar?